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quarta-feira, 11 de novembro de 2015

NUMAM DA SIPEF PROMOVE MINICURSO

 EEquipe do NUMAM/SIPEF composta pelos servidores : Elves de Almeida Souza, Pedro Paulo Ferreira da Silva e  André Flores está promovendo o Minicurso Utilização de Resíduos Orgânicos e Inoculação em Mudas das Espécies Arbóreas. 
Coordenadores : Professora Dra. Rafaela Simão Abrahão Nóbrega; Elves de Almeida Souza Engenheiro Agrônomo Doutorando em Engenharia Agrícola e Flávia Melo Moreira Mestranda da Pós-graduação e Solos e Qualidade de Ecossistemas.

Local de realização: Sala de reuniões da SIPEF .
PÚBLICO ALVO : Discentes, Funcionários Terceirizados da SIPEF e Servidores da UFRB.
PROGRAMAÇÃO:
11/11/2015: Abertura e seminário com tema “Compostagem de resíduos orgânicos” – 08:00 às 10:30.
Palestrante: professora Dra. Rafaela Simão Abrahão Nóbrega
12/11/2015: Atividade em campo: Montagem das pilhas de compostagem – 08:00 às 12:00.
Palestrante: Rafaela Simão Abrahão Nóbrega
13/11/2015: Seminário com tema “Viveiros para produção de mudas” – 08:00 às 09:00.
Palestrante: Graduando em Agroecologia Janildes de Jesus da Silva.
Seminário com tema “Quebra de dormência de sementes arbóreas” – 08:00 às 09:00.
Palestrante: Graduando em Agroecologia Ângela.Santos de Jesus Cavalcante dos Anjos
Seminário com tema “Pragas e doenças em viveiros” – 08:00 às 09:00.
Palestrante: Graduando em Agroecologia Caliane da Silva Braulio.
18/11/2015: Atividade em campo: Coleta e beneficiamento de sementes arbóreas – 08:00 às 12:00.
Palestrante: Mestranda da Pós-graduação em Solos e Qualidade de Ecossistemas Flávia Melo Moreira.
19/11/2015: Seminário com tema “Água no solo” – 08:00 às 12:00.
Palestrante: Doutorando em Ciências Agrárias Elves de Almeida Souza
25/11/2015: Atividade em campo: Instrumentos de manejo da água no solo – 08:00 às 10:00
Palestrante: Elves de Almeida Souza
26/11/2015: Seminário com tema “Inoculantes e inoculação” – 08:00 às 10:00.
Palestrante: Rafaela Simão Abrahão Nóbrega
27/11/2015: Atividade em campo: Plantio de sementes com e sem inoculação – 08:00 às 12:00.
Palestrante: Flávia Melo Moreira.
30/11/2015: Atividade em campo: e irrigação das mudas – 08:00 às 12:00.
Palestrante: Flávia Melo Moreira e Elves de Almeida Souza
30/11/2015: Atividade em campo: Monitoramento das pilhas de compostagem e encerramento do curso – 14:00 às 17:00.
Palestrante: Rafaela Simão Abrahão Nóbrega
30/11/2015: Encerramento do curso.
EVC da AEB - buritisempre@hotmail.com .



FFFFKFKDÇDÇDMINICURSO 

terça-feira, 3 de novembro de 2015

RECÔNCAVO NORTE LHE CONVIDA


 
VENHA PARTICIPAR CONOSCO A SUA CIDADANIA FARÁ A DIFERENÇA : Aproveite e curta o ESPAÇO CULTURAL ECOLÓGICO Traripe !!!
 DANCE, SAMBE E DEPOIS VENHA ALMOÇAR NUM LUGAR TRANQUILO COM UM BOSQUE NATURAL E GOSTOSO PARA RELAXAR - À APENAS 100 METROS DA PRAÇA ONDE ACONTECE A FEIRA !!
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SOB RESERVA PRÉVIA !!
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EVC da AEB - buritisempre@hotmail.com

domingo, 1 de novembro de 2015

MESTRANDOS DA FAMAM VISITARÃO AEB e ASSOMES

A Associaçao Ecológica Buriti - AEB atendendo à solicitação do Professor Dr. Ricardo Lopes de Melo da disciplina Bioindicadores de qualidade ambiental da turma 2015,2 do Curso de MESTRADO PROFISSIONAL EM DESENVOLVIMENTO REGIONAL E MEIO AMBIENTE da FAMAM composta pelos mestrandos: 
Andrea Souza; Annelyse Santos dos Anjos ; Camilo Castro;  Cléria Silva; Dahiane Lemos ; Delnice Veiga; Eudes Ramos Mateus ; Gildásio Gomes de Oliveira; John Pablo; Kátila Conceição; Leila Maria; Márcio Frâncis Pires Gonçalves; Max Williams Ribeiro Cardoso; Pedro Paulo Ferreira da Silva; Rafaela Fonseca Lopes; Samantha Peixoto; Silvana Maria Moura Brandão da Cruz; Simone Santos da Hora Lima; Wdileston Gomes Batista.

A visita de campo será mais enriquecida ainda com a presença do  Professor Dr. Antônio Souza Nascimento da disciplina Biodiversidade que se inseriu no planejamento com o objetivo de mostrar na prática, conteúdos discutidos em sala de aula.
Ponto de encontro : Lanchonete do Posto Coqueiro, margem direita da BR 101, no sentido FAMAM/BR324 após a entrada para Humildes.
O roteiro para os  mestrandos que virão de Salvador, Coité e Feira de Santana é o seguinte : BR 324/BR101 sentido FAMAM. O Posto Coqueiros é o segundo da margem esquerda após o Viaduto. 


Sugestões de EPI (indumentária ) para se deslocar com segurança nas trilhas Ecológicas da AEB:
- Calça comprida, meias grossas tênis ou bota, camisa ou blusa de mangas compridas, chapéu ou boné.
Percurso da caminhada : Aproximadamente 2Km.
Cada visitante deverá conduzir sua água potável.

PROGRAMAÇÃO 

Data : 21/11/2015 (Sábado).

Saída da FAMAM : 8h.
Chegada no ponto de encontro : 9h. 
Na sede da ASSOMES: Boas vindas. Auto- apresentação dos visitantes e Associados presentes.
Orientações sobre o roteiro da visita nas Trilhas Ecológicas da AEB(Mapa, cuidados, exercício Freiriano e alongamento).

O Almoço já está planejado pela ASSOMES.
Cardápio : Galinha caipira com escaldado ; Feijão de caldo, carne do sol com aipim. Frutas e sucos de frutas tropicais, água de coco,água mineral, refrigerantes e cervejas.
 Preços populares : Cada um paga a sua e a amizade continua.

Sejam bem vindos - welcome

Plantem alegrias, colham carinhos, semeiem sugestões e colham aplausos; Façam críticas construtivas e sejam tidos como parceiros ; Deem sugestões e receba os nossos agradecimentos.
“Levem saudades e eternas lembranças. Para nos vocês são verdadeiras crianças.
A nossa humildade é de berço a FAMAM tem o nosso apreço”.  (Ppfs).

 

Equipe Voluntária de Comunicação  da AEB – buritisempre@hotmail.com

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

O QUE SÃO INDICADORES DE SUSTENTABILIDADE?


É de consenso geral que o desenvolvimento sustentável é um processo evolutivo que se traduz na combinação de três vertentes de desenvolvimento de um país para benefício das gerações presente e futura: crescimento da economia, melhoria da qualidade do ambiente e melhoria da sociedade.
À medida que o conceito de desenvolvimento sustentável era cada vez mais interiorizado pelas instituições, sentiu-se a necessidade de avaliar o desempenho das economias com base neste novo conceito e não apenas em indicadores como o PIB (produto interno bruto). Os economistas chegaram ao consenso de que este indicador não reflectia exaustivamente o bem-estar económico e a sua evolução no tempo não permitia avaliar a sustentabilidade do desenvolvimento.
 
Para aplicar o conceito de desenvolvimento sustentável torna-se fundamental o estabelecimento deindicadoresobjectivos e metas que possam dar a medida do desempenho de um país em matéria de sustentabilidade. Uma vez estabelecidas as metas, poder-se-á então em qualquer altura, avaliar a distância que separa o país/ região do fim em vista.
Assim, os indicadores são parâmetros seleccionados e considerados isoladamente ou combinados entre si, sendo especialmente úteis para reflectir sobre determinadas condições dos sistemas em análise (normalmente são efectuados tratamentos aos dados originais, tais como médias aritméticas simples, percentis, medianas, etc.). A par com os indicadores, surgem neste âmbito os conceitos de sub-índices(constitui uma forma de agregação intermédia entre indicadores e índices) e de índices (corresponde a um nível superior de agregação, onde após aplicado um método de agregação aos indicadores e/ou aos sub-índices é obtido um valor final).
Relativamente ao conteúdo, amplitude e natureza do sistema de indicadores de desenvolvimento sustentável proposto, consideram-se quatro categorias:        
   > Indicadores ambientais
   > Indicadores económicos (micro e macro)
   > Indicadores sociais
  >Indicadores institucionais (compreendem a estrutura e funcionamento das instituições incluindo instituições clássicas; organizações não governamentais (ONG) e empresas.
De acordo com a classificação de 1993 da OCDE (Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Económico), os indicadores ambientais podem ser sistematizados pelo modelo Pressão-Estado-Resposta (PER) que assenta em três grupos chave de indicadores: 
Indicadores de Pressão – caracterizam as pressões sobre os sistemas ambientais e podem ser traduzidos por indicadores de emissão de contaminantes, eficiência tecnológica, intervenção no território e de impacte ambiental;
Indicadores de Estado – reflectem a qualidade do ambiente num dado horizonte espaço/ tempo; são os indicadores de sensibilidade, de risco e de qualidade ambiental;
Indicadores de Resposta – avaliam as respostas da sociedade às alterações e preocupações ambientais, bem como à adesão a programas e/ou implementação de medidas em prol do ambiente; podem ser incluídos neste grupo os indicadores de adesão social, de sensibilização e de actividades de grupos sociais importantes.
Segundo este modelo que está previsto pelo SIDS (Sistema de Indicadores de Desenvolvimento Sustentável) para aplicação em Portugal, as actividades humanas produzem emissões (ex. emissões de contaminantes) que podem afectar o estado do ambiente, o que leva a que a sociedade apresente respostas a esses problemas. A seguir apresenta-se a estrutura conceptual do modelo PER da OCDE:
SIDS
Em relação aos possíveis modelos ambientais, a Agência Europeia de Ambiente adoptou um modelo denominado DPSIR cujo intuito é analisar problemas ambientais.
Este modelo considera que as Actividades Humanas nomeadamente a indústria e os transportes produzemPressões no Ambiente, as quais vão degradar o Estado do Ambiente, que por sua vez poderá atingirImpactes na saúde humana e nos ecossistemas, levando a que a sociedade emita Respostas através de medidas políticas, tais como normas legais, taxas e produção de informação, as quais podem ser direccionados a qualquer compartimento do sistema.

Os indicadores e os índices podem servir um conjunto alargado de aplicações consoante os objectivos em causa. Dessas aplicações podem destacar-se as seguintes:
Atribuição de recursos – suporte de decisões, ajudando os decisores ou gestores na atribuição de fundos, alocação de recursos naturais e determinação de prioridades;
Classificação de locais – comparação de condições em diferentes locais ou áreas geográficas;
Cumprimento de normas legais – aplicação a áreas específicas para clarificar e sintetizar a informação sobre o nível de cumprimento das normas ou critérios legais;
Análise de tendências – aplicação a séries de dados para detectar tendências no tempo e no espaço;
>Investigação científica – aplicações em desenvolvimentos científicos servindo nomeadamente de alerta para a necessidade de investigação científica mais aprofundada.
Informação ao público – informação ao público sobre os processos de desenvolvimento sustentável.
 
Assim, um dos principais objectivos da divulgação dos indicadores de sustentabilidade da Maia, disponível neste portal, enquadra-se neste último tipo de aplicações – a informação ao público, e em especial, aos cidadãos da Maia.
Fonte : http://www.ambiente.maiadigital.pt/
EVC da AEB - buritisempre@hotmail.com

domingo, 25 de outubro de 2015

HINO DA - AEB

REFRÃO:Associação Buriti, você veio pra ficar,
pAssociação Buriti, a Bahia é o nosso lar.


1-Todo dia acordo cedo,
para ver o sol brilhar,
os passarinhos cantando
e vocês aqui chegando,
para nos prestigiar.

REFRÃO:Associação Buriti, você veio pra ficar,
pAssociação Buriti, a Bahia é o nosso lar.

2-Deus nos deu este planeta,
sem cobrar nada a ninguém,
e quem é você seu moço,
que se julga poderoso,
só porque lidera alguém.

REFRÃO:Associação Buriti, você veio pra ficar,
pAssociação Buriti, a Bahia é o nosso lar.

3- A Natureza é nossa,
precisamos preservar,
a mãe terra agradece
a você que reconhece
a importância de plantar.

REFRÃO:Associação Buriti, você veio pra ficar,
pAssociação Buriti, a Bahia é o nosso lar.

4- A preocupação é nossa,
tão pouca gente na roça,
pra plantar e pra criar,
sem apoio financeiro,
o agricultor brasileiro,
não pode se fixar.

REFRÃO:Associação Buriti, você veio pra ficar,
pAssociação Buriti, a Bahia é o nosso lar.

5- Vivemos socialmente,
devemos ser conscientes,
que é preciso melhorar,
pois herdamos um planeta,
com as condições perfeitas,
pra viver e desfrutar.

REFRÃO:Associação Buriti, você veio pra ficar,
pAssociação Buriti, a Bahia é o nosso lar.

6- A água que nos bebemos,
o alimento que comemos
e o ar que respiramos,
nós devemos conservar,
para as futuras gerações,
aprender nossas lições
e plantar sem devastar.


REFRÃO:Associação Buriti, você veio pra ficar,
pAssociação Buriti, a Bahia é o nosso lar.

VIVA A NATUREZAAAAAA.......(ppfs - 05/08/2007)

sábado, 24 de outubro de 2015

A ÁGUA SUBTERRÂNEA NA BAHIA CAUSA PREOCUPAÇÕES AO GOVERNO DO ESTADO

Notícias

21/10/2015 14:00

Governo da Bahia busca investimentos para monitorar água subterrânea

Preocupado em garantir a boa qualidade da água utilizada para o consumo diário de centenas de famílias baianas, o Governo da Bahia prepara uma rede de monitoramento para ‘medir’, em tempo real, a qualidade da água subterrânea em áreas já diagnosticadas como críticas, prioritariamente. A informação foi anunciada pelo secretário estadual do Meio Ambiente, Eugênio Spengler, durante audiência pública realizada nesta terça-feira (20), na Câmara dos Deputados, em Brasília.

O secretário adiantou que os recursos para colocar essa tecnologia em funcionamento devem vir através do Banco Mundial, somando cerca de US$ 1 milhão. O prazo estimado é que em um ano a Bahia disponha do sistema. O governo já tem uma rota prioritária para iniciar o monitoramento da água subterrânea na Bahia. 

“Vamos começar pela região da Província Uranífera, que compreende o território de Lagoa Real, Caetité e Livramento de Nossa Senhora, justamente porque a gente precisa ter dados mais seguros para a tomada de decisões em relação ao abastecimento humano, dessedentação de animais e, até mesmo, para subsidiar o Ibama [Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis] na tomada de decisão em relação ao licenciamento ambiental”, disse Spengler.

Ainda sobre a região, onde fica uma mina de urânio, o secretário apresentou informações referentes ao trabalho realizado até o momento. O foco especial é monitorar a área de exploração da mina. Assim, a equipe técnica do órgão ambiental da Bahia, o Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), estabeleceu uma área de atuação, onde estão implantados 23 poços. O Inema acompanha a qualidade da água nesses poços por coleta de amostragem. Spengler afirmou que o trabalho seguirá sendo aperfeiçoado. 

O titular da Secretaria do Meio Ambiente (Sema) ainda aproveitou a oportunidade para alertar que existem poços perfurados, sem qualquer autorização do poder público, e isso implica em riscos para a saúde da população que consome a água. A audiência pública reuniu representantes do Ibama, da sociedade civil, das Indústrias Nucleares do Brasil (INB), empresa instalada na região e que realiza exploração de urânio, e de deputados federais. A agenda foi motivada atendendo ao pedido do deputado Sarney Filho (Maranhão), da Comissão de Meio Ambiente.
SEMA - Secretaria do Meio Ambiente.
Para nós da AEB a farra das outorgas sem fiscalização permanente das fontes mantenedoras, está sendo sem dúvidas a causa incentivadora para acelerar o processo de exaustão dos corpos D'água superficiais e subterrâneos.
Exemplo : A EMBASA Comercializa Água . Quantas árvores ela planta por ano nas nascentes dos rios que fornecem Água para ser comercializada por ela ? Quantos agricultores ribeirinhos ela já incentivou para manutenção das matas ciliares das nascentes,  riachos e rios perenes ? Qual o plano de ação estratégico da EMBASA apara assegurar a manutenção espontânea da matéria prima que lhe mantem no negócio ?  Onde e em que região da Bahia este milagre ocorreu ? 
Ao nosso ver a EMBASA não está nem ai para a proteção das águas, ela só enxerga a matéria prima para faturar. 
Exemplo grosseiro : Negocia com porcos e come o farelo. Aí os porcos não podem engordar. Me faça uma garapa senhor Secretário eterno do Meio Ambiente Dr. Eugênio Spengler ..,(ppfs).

EVC da AEB -buritisempre@hotmail.com

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

CORAL DA UFRB CANTARÁ EM SÃO FÉLIX- BA/BR

Neste domingo 25/10 às 09h em São Félix-Bahia, o CANTO CORAL UFRB sob regência da maestrina Natanira Goncalves e equipe da Nata Musical '' Escola de Música''.
LOCAL : Arquivo Público...
Você é nossa(o) convidada(o).
Neste evento estará sendo homenageado o pai da Maestrina Natanira Gonçalves.  



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quinta-feira, 22 de outubro de 2015

AGRICULTURA FAMILIAR

SISTEMATIZAÇÕES PODEM AJUDAR NA DISSEMINAÇÃO DE CONHECIMENTOS ÚTEIS A FAMÍLIAS SERTANEJAS

07/09/2015

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Saberes e práticas de agricultoras e agricultores são destaques das sistematizações. Foto: Programa Semear/ Manuela Cavadas
Conhecer aprendizagens, desafios, conquistas e contextos de experiências relacionadas à nossa realidade pode ajudar na construção de ideias capazes de transformar nosso cotidiano. Para facilitar a disseminação desses saberes, é possível contar com diferentes instrumentos de gestão do conhecimento. Hoje, vamos dar atenção especial a um deles: a sistematização.
Quando o assunto é desenvolvimento rural sustentável no Semiárido nordestino, saberes e fazeres de agricultoras e agricultores costumam ser muito úteis. O que dizer, então, sobre a possibilidade de acessar conhecimentos assim a partir de poucos cliques? Isso é o que propõe o Banco de Saberes e Atores do Semiárido que reúne sistematizações separadas por áreas temáticas como: Inovações produtivas e tecnológicas; Negócios rurais e Recursos naturais e adaptação às mudanças climáticas.
No total, são 16 experiências sistematizadas, contemplando iniciativas realizadas em regiões semiáridas de estados como Bahia, Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte.
Abaixo, o link para cada experiência, que pode ser acessada em www.portalsemear.com.br. É possível fazer o download das sistematizações e assistir a vídeos que ilustram os aprendizados registrados nos documentos. Ao lado do descritivo de cada sistematização há perfis de agricultoras e agricultores que participam das experiências, compartilhando seus saberes.
Inovações produtivas e tecnológicas:
Negócios Rurais
Recursos naturais e adaptação às mudanças climáticas
FONTE: Projeo SEMEAR

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sábado, 17 de outubro de 2015

SEJA UMA(UM) SÓCIA(O) VOLUNTÁRIA(O) DA AEB


 F I L I A Ç Ã O
USO DA da AEB
Cadastro de Filiação  
USO  DO PRETENDENTE :
Leia categoria de associados abaixo p/fazer sua escolha.
A (  ) S.Contribuinte; B (  )S.Amigo


                                                             DADOS PESSOAIS
Nome :
Data de Nascimento

Naturalidade
Nacionalidade
Estado Civil 
Cônjuge/Companheiro
Identidade
Órgão Emissor
Data de Emissão
CPF.:
Endereço residencial (Rua, Avenida, Praça)


Complemento (Conjunto, Bloco, Apartamento)
Bairro
CEP.:

Cidade

UF
Fone Residencial
Celular
E-mail
Em caso de  filiada(o) menor de 18 anos acrescentar o número da  Identidade ou CPF do Pai ou da Mãe ou Responsável .



 CATEGORIAS DE ASSOCIADOS :

SÓCIO CONTRIBUINTE – Pessoa física que voluntariamente contribui com mensalidade estipulada pela Diretoria de (5,00 cinco reais). 
SÓCIO AMIGO – Pessoa física ou jurídica que voluntariamente efetua doação de bens ou serviços em benefício da AEB sem periodicidade definida.

 FILIAÇÃO 

      Desejo me filiar na Associação Ecológica Buriti – AEB. 


____/____/_________


DIRETORIA: José Oliveira Coelho -  Presidente da AEB  (  ) Sim      (  ) Não 


______/______/_________                      
                                          


 ENDEREÇO / CONTATOS da AEB :
Sede de Campo - Fazenda Camundongo;  Povoado do Escoval; Distrito de Humildes; Feira de Santana. BA. BR324 Km 532 – CEP 44.000.000      -       CNPJ-10.832.076/0001-37.


E-mail da AEBburitisempre@hotmail.com / Blog da AEB:  www.buritiecologica.blogspot.com

OBS ; Faça sua parte junte-se a nos a natureza agradece. Preencha este formulário no Word,  e nos  encaminhe pelo E-mail da AEB a diretoria lhe agradece.
Ser voluntária(o) é ser cidadã(ao).